sexta-feira, 25 de julho de 2014

Oswaldo Montenegro - História Estranha



Oswaldo Montenegro - História Estranha

Cada história era um sinal
Que o menestrel inventa
E ele era assim meio anormal
E achava que ia ser herói
Fumando Hollywood, vendendo saúde
Navegando doido, doido, doido, doido e sujo de sal


Cada filme era fatal
Voava a década de oitenta rumo ao seu final
E achava que ia ser herói
Fumando Hollywood, vendendo saúde
Navegando doido, doido, doido, doido e sujo de sal


Cada louco é se não fosse também aqui
Chuva de colibri eu sou um louco santo
Ah, eu te amo e jaz por trás onde traz o sol
Nosso sonho de voar


Era uma história estranha
E eu sempre quis decifrar
Mas hoje conto sem pensar
Que a explicação que eu sei que se não há
Sobra luz nesse caos de paixões


(no refrão: 1ª estrofe de Léo e Bia:)
No centro de um planalto vazio / Como se fosse em
qualquer lugar / Como se a vida fosse um perigo / Como
se houvesse facas no ar / Como se fosse urgente e
preciso / Como é preciso desabafar / Qualquer maneira
de amar varia / E Léo e Bia souberam amar

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Um pouquinho de Rubem Alves



" Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. 
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltavam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral ou semelhante bobagem, seja ela qual for.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de deus.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena. Basta o essencial!"


http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-nacional/v/escritor-rubem-alves-morre-aos-80-anos/3509614/
http://globotv.globo.com/eptv-sp/jornal-da-eptv-2a-edicao-sul-de-minas/v/saiba-mais-sobre-a-vida-do-escritor-rubem-alves/3509362/

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

ÓTIMO CARNAVAL...CADA UM FAZ A FOLIA DE SEU JEITO....





















Não importa o quanto você pergunte, 
o quanto você busque, o quanto você procure, 
o quanto você conheça 
- você nunca terá todas as respostas. 

Mas acredite: isso é muito bom.
Seria muito tedioso um mundo sem descontentamento.
Portanto, agradeça tudo que te descontenta e te intriga,
por que isto é que dá graça à vida!

E nesta vida nada existe
e nada importa mais
que este único momento que você está vivendo.

Não existe passado, não existe futuro,
não existem perguntas, não existem respostas.
A única coisa que existe é o aqui e o agora!

Se você não está satisfeito com isso,
use essa insatisfação a teu favor
e nade incansavelmente até a praia.

No final você verá que a graça de tudo não está na praia,
mas no caminho que você percorreu para chegar até ela.

:::: Augusto Branco

Augusto Branco é autor do livro 'VIDA: Já perdoei erros quase imperdoáveis', entre outros. 


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014




Um rapaz entrou numa loja e viu um senhor no balcão.

Maravilhado com a beleza do lugar, perguntou-lhe:

- Senhor, o que se vende aqui?
- Todos os dons de Deus.
- E custam muito? - voltou a perguntar.
-Não custam nada. Aqui tudo é de graça.

Contemplou a loja e viu que havia jarros de amor, vidros de fé, pacotes de esperança, caixinhas de salvação, muita sabedoria,fardos de perdão, pacotes grandes de paz e muitos outros dons de deus.
TOMOU CORAGEM E PEDIU:

- Por favor, quero o maior jarro de amor de Deus, todos os fardos de perdão e um vidro grande de fé, para mim e para toda minha família.

ENTÃO, o senhor preparou tudo e entregou-lhe um pequeno embrulho que cabia na palma da sua mão.
INCRÉDULO,ele disse:
- MAS COMO PODE ESTAR AQUI TUDO O QUE PEDI?

SORRINDO O SENHOR LHE RESPONDEU:
- MEU QUERIDO IRMÃO, NA LOJA DE DEUS NÃO VENDEMOS FRUTOS, SÓ SEMENTES. PLANTE-AS !!

ótima semana          

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Mais que especiais........

Do jeito dele
A colunista Priscila Dutra, mãe de Lorenzo, com paralisia cerebral, percebeu que, apesar de maneira diferente, o filho vive uma infância feliz
Por Priscila Dutra
13.02.2014
Quais são seus sonhos, como mãe especial? O que te move em busca destes sonhos? 
A coluna desta semana começa com uma reflexão aparentemente simples, mas com desdobramentos muito importantes.
Se a busca por esses sonhos for pautada pela comparação com as crianças sem deficiência, o caminho será difícil, sem dúvidas. Porém, nos primeiros anos de vida da criança, essas comparações são constantes, talvez por isso, seja ainda mais difícil lidar com alguns sentimentos nessa fase.
Estamos no período de volta às aulas, as mães comprando os livros, cadernos, canetas e todo o necessário com a ajuda da criança. Lembro-me de meus primeiros dias na escola, da expectativa, dos cadernos com motivos infantis, canetinhas, lápis coloridos e tudo escolhido por mim. Era uma diversão comprar e usar tudo isso.
As aulas do Lorenzo já começaram e eu não comprei a lista de materiais. Vamos comprando aos poucos, de acordo com as necessidades dele. Ele usa tudo adaptado, não escreve com as mãos, então não usa lápis de cor, canetinhas etc., usa seus gizes grandes e muita tinta.
Eu gostaria que ele tivesse passado pelas mesmas experiências felizes como eu, mas ele não vai passar e isso não quer dizer que não possa ter outros tipos de experiências tão, ou mais, felizes. Compramos um aparelho vocalizador com duas bolas, uma amarela, que representa o sim e outra vermelha, que representa o não. Começamos a utilizar com ele e logo na primeira tentativa, a resposta veio imediatamente:
Você quer tomar suco?
-SIM!
Você quer sentar-se na cadeira para fazer as atividades?
-SIM!
Você quer dormir agora?
-NÃO!
Puro desespero da mãe nesse momento... Como a maioria de vocês já sabe, o Lorenzo é “baladeiro”, adora acordar diversas vezes à noite. Desespero real da mãe. rs
Porém, ao ver meu filho com as respostas consistentes, entendendo todas as perguntas e começando a estabelecer uma comunicação com o mundo, fico extremamente emocionada... É fantástico!
Fez recentemente a avaliação com a terapeuta ocupacional que vai cuidar de sua inclusão e, após vários testes, constatou que ele conhece as vogais, algumas outras letras, os números, sabe montar seu nome orientando pelo olhar e é muito curioso! Atento, concentrado e curioso! Não perde nada, quer ver tudo o que está acontecendo à sua volta, tem vontade de aprender e adora usar as mãos para se lambuzar com tintas, cores e brilhos.
Parei para pensar e vi que ele é muito feliz em suas atividades escolares, participa de tudo, é muito amado pelos amigos, professores e funcionários e muitas pessoas torcem por ele.
Dessa forma, os meus livros de infância, as canetas, cores e as experiências pelas quais passei, pareceram-me legais ainda, mas toda essa experiência pela qual ele está passando, está sendo absolutamente fantástica! Ele está muito feliz e, para mim, isso é o que importa. 
Com a ajuda de toda a equipe e da escola, estamos conseguindo transformar as dificuldades em bons momentos: o que ele não consegue fazer como as outras crianças em tudo o que ele consegue fazer de sua própria maneira; as experiências que as outras crianças têm em experiências lindas e felizes do jeito dele... E percebi que, apesar de maneira diferente, ele vive uma infância feliz. Está conseguindo aproveitar quase tudo que essa fase tão importante tem a oferecer e isso me deu uma sensação muito boa.
Tudo depende da maneira como enxergamos as situações. Não conseguir fazer algo da maneira como a maioria das pessoas faz não quer dizer que será impossível. A Terapia Ocupacional está aí para ajudar a adaptar tudo, de tal maneira que as crianças com deficiência possam utilizar todos esses recursos e serem felizes! E isso é o que importa, vocês não acham?
Sempre fazendo o melhor, e acreditando............eu tb penso assim......só por hoje.....

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

SÓ PRA HOJE....ACHEI LINDO.

A LENDA DO BEIJO

Dizia ele que os olhos dela, metiam medo nele.
Ela não sabia porquê.
Então perguntou:
"Que medo é esse. Que sentes ao me ver?"
Ele então respondeu:
"Não é tanto o medo do que eu vejo. Quanto o medo do que tu vês: O medo de que os olhos teus, vejam nos olhos meus, o medo de te perder."
Então ela os olhos fechou, e ele os dele também cerrou, e num beijo cálido, o medo que os abarcava num enlevo se acabou.

E como por encanto, depois daquele dia, em que a luz do medo se apagou, jamais um amante sobre a terra, que amor em seu peito encerra, de olhos abertos beijou.


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Gratidão




Gratidão

:: Elisabeth Cavalcante :: 
A idéia mais comum que temos a respeito da gratidão é a daquele sentimento que devemos nutrir por quem fez algo por nós, nos presenteou ou, de alguma forma, tornou nossa vida mais agradável.

O conceito de gratidão vem, portanto, na maioria das vezes, associado ao de caridade. Entretanto, ele se relaciona a algo muito importante, que pode fazer toda a diferença em nossa vida.

É a capacidade de enxergar em cada acontecimento o que ele carrega de bom. Mesmo que estejamos vivenciando momentos difíceis, onde nossas necessidades materiais ou afetivas não estejam sendo supridas, sempre poderemos, se estivermos dispostos, encontrar motivos para agradecer.

Esta atitude determina se nossa vida será um eterno atrair de graças e bênçãos, ou uma constante comiseração, na qual desempenhamos o papel de vítimas revoltadas contra as armadilhas do destino.

Cultivar a gratidão é uma forma de aceitar cada desafio como uma oportunidade de evolução e crescimento interior. Se formos capazes de enxergar a realidade com novos olhos, recebendo o que a vida nos reserva sem mágoa ou inconformismo, as dificuldades decerto se resolverão mais rapidamente.

As reclamações e lamúrias constantes afastam de nós qualquer possibilidade de reencontro com a paz. O importante é seguir em frente, com a confiança de que o melhor se apresentará no próximo instante. Afinal, se a vida é feita de contrastes, a um momento ruim só poderá se seguir um novo começo, pleno de conquistas e alegria.

"A arte da grata aceitação Uma vida que não conhece a tristeza, as lágrimas, permanece pobre. A vida precisa conhecer uma variedade enorme de experiências para tornar-se rica. Quanto mais você conhecer diferentes aspectos da existência e ainda assim continuar inteiro e centrado, mais a sua vida se enriquecerá a cada momento, a cada dia.

Olhe sempre para a vida como um processo dialético. Nesta vida, a noite traz o dia. Nesta vida, a morte traz uma nova vida. Nesta vida, a tristeza traz uma nova alegria. Nesta vida, o vazio traz um novo preenchimento. Tudo está em conexão... tudo é parte de um todo orgânico.

Nós criamos os problemas por dividir as coisas. Aprenda a arte de não dividir, e simplesmente continue alerta, vigilante, apreciando o que quer que a vida lhe proporcione.

Apenas lembre-se de uma coisa: aceitar tudo que a vida lhe dá. Se ela lhe dá escuridão, aprecie isso, dance sob as estrelas da noite escura, lembrando-se de que cada noite não é nada mais do que o útero para um novo alvorecer, e que cada dia irá novamente descansar na escuridão da noite.

Quando é outono e as árvores ficam nuas e todas suas folhas caem, observe as velhas folhas voando ao vento, quase dançando. E as árvores, nuas, têm a sua própria beleza e, contraste com o céu; mas elas não irão continuar nuas para sempre. As velhas folhas tiveram que cair apenas para dar lugar às novas folhas, às novas flores.

A existência continua a renovar a si mesma a todo momento. Você deveria manter-se sintonizado com a existência; nunca peça por nada diferente.

Esta é a raiz básica da miséria: quando é noite, você chora pelo dia; quando é dia, você chora pelo repouso da noite. Então, a vida torna-se uma miséria, um inferno.
Você pode torná-la um paraíso apenas por aceitar o que quer que lhe seja dado, com um coração agradecido. Não julgue se é bom ou mau. Sua gratidão transformará tudo em uma bela experiência, aprofundará sua consciência, elevará o seu amor e fará de você uma bela flor com muita fragrância.

Aprenda apenas a arte de uma grata aceitação. Buda chamava a isso de filosofia do assim é; não importa o que for, aceite isso como a própria natureza da realidade. Nem mesmo imagine ir contra. Nunca vá contra a corrente; apenas siga o rio onde quer que ele o leve". 

Osho, The New Dawn, # 2 

domingo, 24 de novembro de 2013

PERFEITO...VAMOS PENSAR....


Resiliência


por Tom Coelho - tomcoelho@tomcoelho.com.br ( tomcoelho@tomcoelho.com.br )
"O problema não é o problema.
O problema é sua atitude com relação ao problema".
(Kelly Young)


Hoje, a tristeza me visitou. Tocou a campainha, subiu as escadas, bateu à porta e entrou. Não ofereci resistência. Houve um tempo em que eu fazia o impossível para evitá-la adentrar os meus domínios. E quando isso acontecia, discutíamos demoradamente. Era uma experiência desgastante. Aprendi que o melhor a fazer é deixá-la seguir seu curso. Agora, sequer dialogamos. Ela entra, senta-se na sala de estar, sirvo-lhe uma bebida qualquer, apresento-lhe a televisão e a esqueço! Quando me dou por conta, o recinto está vazio. Ela partiu, sem arroubos e sem deixar rastros. Cumpriu sua missão sem afetar minha vida.

Hoje, a doença também me visitou. Mas esta tem outros métodos. E outros propósitos. Chegou sem pedir licença, invadindo o ambiente. Instalou-se em minha garganta e foi ter com minhas amígdalas. A prescrição é sempre a mesma: amoxicilina e paracetamol. Faço uso destes medicamentos e sinto-me absolutamente prostrado! Acho que é por isso que os chamam de antibióticos. Porque são contra a vida. Não apenas a vida de bactérias e vírus, mas toda e qualquer vida...

Hoje, problemas do passado também me visitaram. Não vieram pelo telefone porque palavras pronunciadas ativam as emoções apenas no momento e, depois, perdem-se difusas, levadas pela brisa. Vieram pelo correio, impressos em papel e letras de baixa qualidade, anunciando sua perenidade, sua condição de fantasmas eternos até que sejam exorcizados.

Diante deste quadro, não há como deixar de sentir-se apequenado nestes momentos. O mundo ao redor parece conspirar contra o bem, a estabilidade e o equilíbrio que tanto se persegue. O desânimo comparece estampado em ombros arqueados e olhos sem brilho, que pedem para derramar lágrimas de alívio. Então, choro. E o faço porque Maurice Druon ensinou-me, através de seu inocente Tistu, que se você não chora, as lágrimas endurecem no peito e o coração fica duro.

Limão e Limonada
As ciências humanas estão sempre tomando emprestado das exatas, termos e conceitos. A última novidade vem da física e atende pelo nome de resiliência. Significa resistência ao choque ou a propriedade pela qual a energia potencial armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão incidente sobre o mesmo.

Em humanas, a resiliência passou a designar a capacidade de se resistir flexivelmente à adversidade, utilizando-a para o desenvolvimento pessoal, profissional e social. Traduzindo isso através de um dito popular, é fazer de cada limão, ou seja, de cada contrariedade que a vida nos apresenta, uma limonada saborosa, refrescante e agradável.

Aprendi que pouco adianta brigar com problemas. É preciso enfrentá-los para não ser destruído por eles, resolvendo-os. E com rapidez, de maneira certa ou errada. Problemas são como bebês, só crescem se alimentados. Muitos se resolvem por si mesmos. Mas quando você os soluciona de forma inadequada, eles voltam, dão-lhe uma rasteira e, aí sim, você os anula com correção. A felicidade, pontuou Michael Jansen, não é a ausência de problemas. A ausência de problemas é o tédio. A felicidade são grandes problemas bem administrados.

Aprendi a combater as doenças. As do corpo e as da mente. Percebê-las, identificá-las, respeitá-las e aniquilá-las. Muitas decorrem menos do que nos falta e mais do mau uso que fazemos do que temos. E a velocidade é tudo neste combate. Agir rápido é a palavra de ordem. Melhor do que ser preventivo é ser preditivo.

Aprendi a aceitar a tristeza. Não o ano todo, mas apenas um dia, à luz dos ensinamentos de Victor Hugo. O poeta dizia que "tristeza não tem fim, felicidade, sim". Porém, discordo. Penso que os dois são finitos. E cíclicos. O segredo é contemplar as pequenas alegrias em vez de aguardar a grande felicidade. Uma alegria destrói cem tristezas...

Modismo ou não, tornei-me resiliente. A palavra em si pode cair no ostracismo, mas terá servido para ilustrar minha atitude cultivada ao longo dos anos diante das dificuldades impostas ou autoimpostas que enfrentei pelo caminho, transformando desânimo em persistência, descrédito em esperança, obstáculos em oportunidades, tristeza em alegria.

Nós apreciamos o calor porque já sentimos o frio. Admiramos a luz porque já estivemos no escuro. Contemplamos a saúde porque já fomos enfermos. Podemos, pois, experimentar a felicidade porque já conhecemos a tristeza.

Olhe para o céu, agora! Se é dia, o sol brilha e aquece. Se é noite, a lua ilumina e abraça. E assim será novamente amanhã. E assim é feita a vida.